<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>

<channel>
	<title>Blog da empresa União RH</title>
	<atom:link href="http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://uniaorhmg.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:26:52 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.5.1</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Assertividade e bom senso: veja como não cair em armadilhas na busca de um novo emprego</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=150</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=150#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Emprego Certo
A retomada da economia, após a crise que assolou as finanças mundiais nos últimos anos, despertou os profissionais para a possibilidade de mudar de emprego com melhores salários e, em muitos casos, uma promoção. Surgiu também a necessidade das empresas acelerarem seu ritmo de produção para atender a crescente demanda do mercado.
Assim, muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: Emprego Certo</p>
<p><span>A retomada da economia, após a crise que assolou as finanças mundiais nos últimos anos, despertou os profissionais para a possibilidade de mudar de emprego com melhores salários e, em muitos casos, uma promoção. Surgiu também a necessidade das empresas acelerarem seu ritmo de produção para atender a crescente demanda do mercado.</span></p>
<p>Assim, muitas posições de trabalho vêm surgindo, pois as organizações precisam encontrar os profissionais que sustentarão seu crescimento. A mão de obra bem qualificada torna-se escassa em pouco tempo. Profissionais que sequer estão buscando uma recolocação profissional passam a receber cada vez mais ligações e e-mails com ofertas de emprego. Em sua zona de conforto, esses só aceitam a mudança se as condições oferecidas forem muito boas, inflacionando os salários.</p>
<p>Muitos, ainda, aproveitam essa oportunidade para melhorar suas condições de trabalho, o que, na maioria dos casos, resume-se a um aumento salarial. O grande erro aqui é não ter bem claro o panorama atual e futuro na empresa onde trabalham e, pior ainda, não saber onde querem chegar a longo prazo. Agindo de forma precipitada, muitos fazem a mudança esperando que o simples fato da transição ou um aumento salarial resolverão todos os seus problemas. Na verdade, isso pode ser catastrófico para a carreira, afastando o profissional cada vez mais do seu objetivo.</p>
<p><strong>Armadilhas</strong><br />
Há profissionais que se inscrevem para qualquer oportunidade que lhe passa à frente. De vagas de estagiário à vaga de presidente, de vaga de médico à vaga de projetista de robôs. O problema é que, em muitos casos, os recrutadores são os mesmos para todas as vagas da empresa. Outro erro comum é enviar e-mails genéricos para todo e qualquer recrutador ou tentar se conectar a todos por meio de ferramentas como LinkedIn e Twitter. Essas atitudes dão ao recrutador a certeza de que o interessado não sabe o que quer, e muito dificilmente irá considerá-lo em um processo seletivo.</p>
<p>Para que possam ser efetivos e promover um ritmo de crescimento sólido e sustentável em suas carreiras, os profissionais precisam primeiro conhecer a si próprios, seus pontos fortes e fracos, o que gostam e o que não gostam, além de traçar suas metas baseadas em seus desejos e sonhos. Depois, precisam analisar cuidadosamente a situação em que se encontram, a empresa onde trabalham e demais variáveis externas. A partir dessa análise, será possível observar onde e como podem chegar.</p>
<p>É preciso entender que em um processo de crescimento há etapas a serem cumpridas, e que é necessário um esforço extra para ultrapassar cada uma delas. O profissional precisa estar consciente, bem preparado e, com uma boa dose de disciplina, poderá chegar onde quiser.</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=150</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Hoje é o seu primeiro dia em novo emprego; navegar ou naufragar é uma opção sua</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=149</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=149#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Gutemberg de Macedo - Emprego Certo
Durante as últimas semanas ou meses, você empreendeu longa caminhada em busca de uma oportunidade de trabalho em mercado extremamente competitivo e exigente.
Ao longo desse período, você trabalhou incansavelmente a fim de conquistar o seu objetivo: redigiu currículo de maneira a atrair a atenção de selecionadores e headhunters; enviou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: Gutemberg de Macedo - Emprego Certo</p>
<p><span>Durante as últimas semanas ou meses, você empreendeu longa caminhada em busca de uma oportunidade de trabalho em mercado extremamente competitivo e exigente.</span></p>
<p>Ao longo desse período, você trabalhou incansavelmente a fim de conquistar o seu objetivo: redigiu currículo de maneira a atrair a atenção de selecionadores e headhunters; enviou centenas de cartas a dirigentes de empresas; respondeu a dezenas de anúncios; ativou com discrição sua rede de relacionamento; pesquisou diariamente na rede mundial de computadores; participou de inúmeras entrevistas e dinâmicas de grupo; negociou o pacote de remuneração com um gestor de recursos humanos experiente e intransigente na defesa dos interesses da organização; forneceu nomes para checagem de suas referências pessoais e profissionais e, além de tudo isso, se submeteu a uma série de exames médicos.</p>
<p>Parabéns! Você foi o candidato escolhido. Brevemente, assumirá suas responsabilidades em nova empresa. A partir do momento em que você ocupar seu posto de trabalho, tudo correrá por sua própria conta e risco – nadar ou naufragar. Para que você nade com absoluto sucesso é necessário que você se adapte rapidamente a temperatura da água e nade veloz e competentemente. Todos, no novo ambiente de trabalho, estarão olhando para você. Alguns, torcendo pelo seu sucesso; outros, esperando vê-lo fracassar rapidamente; e, outros ainda, totalmente indiferentes ao que você faz ou deixa de fazer.</p>
<p>Não importa o que outros pensam ou deixam de pensar sobre você ao vê-lo nadar. O seu sucesso em nova empresa exige que você seja o seu próprio campeão. E o que significa ser o seu próprio campeão? Você tem o poder de controlar as escolhas que faz, como afirmam os consultores norte-americanos, Milo e Thuy Sindell, Ph.D..</p>
<p>Portanto, ao assumir suas novas responsabilidades, procure conhecer todas as pessoas na nova empresa – quem é quem -; procure tomar conhecimento sobre todos os problemas em sua área de trabalho e solucione-os imediatamente; busque novas e melhores oportunidades para enriquecer o seu ambiente de trabalho com novas ideias e projetos; saiba quais são as suas vulnerabilidades e os seus pontos fortes, a fim de não colocar em suas mãos mais do que é capaz de fazer; aprenda a dizer não, pois você será testado por colegas que querem transferir para você o trabalho sujo e o qual não desejam fazê-lo; saiba o melhor momento para pedir ajuda; nunca leve problemas para seus superiores imediatos sem que antes tenha se debruçado sobre a análise de todos eles e encontrado alternativas para solucioná-los, entre outros comportamentos louváveis e esperados.</p>
<p>Além dessas providências, desejo chamar sua atenção para pontos que considero de extrema relevância para quem conquistou a sua nova posição:</p>
<p><strong>- Cuide de sua imagem pessoal e profissional.</strong> Saiba que a imagem que você projeta em seu primeiro dia de trabalho será determinante para o seu sucesso futuro em nova empresa. Qualquer descuido será fatal.</p>
<p>Conheço um profissional que batalhou durante semanas por nova posição no mercado de trabalho. Entretanto, ao conquistá-la, permaneceu apenas 24 horas na empresa.</p>
<p><strong>- Refine a sua comunicação oral e escrita.</strong> Nos dias atuais é comum encontrarmos gestores em todos os níveis hierárquicos que são incapazes de redigir uma simples carta sem erro. Por outro lado, quando colocados para falarem em público é um verdadeiro desastre. Eles pensam, falam e argumentam muito mal.</p>
<p>Nenhum individuo deveria ser colocado em posição de liderança se não tem o domínio de seu idioma. E, se não tem, que seja enviado para cursos de língua portuguesa.</p>
<p>Essas deficiências os fazem falar com chavões, expressões estrangeiras ou expressões chulas. No fundo, eles querem apenas esconder a precariedade de seu vocabulário e passar a imagem de profissionais eloqüentes. É uma pena.</p>
<p>Aqui valem as palavras de observação do experiente empreendedor norte-americano, Harvey S. Firestone, 1868-1938, “Um bom executivo mantém uma certa reserva. Ele ouve as idéias dos outros, mas não fala muito das suas próprias. O executivo valioso não é expansivo a respeito de seu trabalho; pelo menos não com os seus subordinados. Ele pode ser sociável, mas não revela tudo o que sabe. É destemido quando se trata de ação. Mas é reservado quando se trata de falar. Ele não revela o que vai fazer. Ele espera – e faz.”</p>
<p><strong>- Busque todas as informações possíveis sobre a empresa e seus gestores</strong>– sua história, fundadores, formação acadêmica de seus executivos, tempo de empresa, poder que verdadeiramente têm, valores que propagam, estilo gerencial, atividades sociais que cultivam, hobbies, etc.</p>
<p>Esse é um exercício que demanda pesquisa, observação, esforço e muito tempo.</p>
<p>Tenho visto muitos profissionais naufragarem nos primeiros meses em nova empresa simplesmente porque eles não atentaram para a importância da coleta e interpretação dessas informações.</p>
<p>É bom frisar que 40% dos gestores fracassam nos primeiros 18 meses em nova empresa. E por que fracassam?</p>
<p><strong>Eis alguns dos motivos:</strong></p>
<p>– Alguns não compreendem o impacto de suas primeiras palavras e ações. Portanto, inadvertidamente, enviam para seus colegas a mensagem errada;</p>
<p>– Outros prometem desenvolver novas estratégias, mas são incapazes de conquistar a adesão e a confiança de seus colaboradores para seus projetos mirabolantes;</p>
<p>– Trabalham e gastam uma quantidade incrível de energia, porém não apresentam os resultados esperados pelos acionistas ou pela alta administração. Eles se transformam rapidamente em matadores de baratas. Certamente que nenhum deles deseja tal sorte. Tudo isso acontece porque eles não conhecem os passos mais importantes para o sucesso em nova empresa.</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=149</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Fui demitido! Como sacudir a poeira e dar a volta por cima</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=148</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=148#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=148</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Daniela do Lago - Profissional em Foco
A demissão faz parte do jogo da vida profissional. O que o profissional faz com a sua demissão é decisivo para o sucesso ou o fracasso.

Da mesma forma que você poderá pedir demissão e deixar a empresa a qualquer momento, respeitado o aviso prévio, é claro, a empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: Daniela do Lago - Profissional em Foco</p>
<p class="MsoNormal"><span>A demissão faz parte do jogo da vida profissional. O que o profissional faz com a sua demissão é decisivo para o sucesso ou o fracasso.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Da mesma forma que você poderá pedir demissão e deixar a empresa a qualquer momento, respeitado o aviso prévio, é claro, a empresa também poderá te demitir. Cada um age em função dos próprios interesses. E sempre que um rompimento não é feito de acordo mútuo, uma das partes sofre. É assim tanto nas relações profissionais quanto nas pessoais.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Pense na seguinte situação: Se você está trabalhando numa empresa e outra lhe oferece o dobro do salário, mais benefícios e um cargo melhor, você pedirá a conta da empresa em que estava trabalhando, confere? A direção de sua empresa, poderá se magoar com você. Assim também é no processo inverso, quando, por alguma razão estratégica, é a empresa que o demite – e aí é a sua vez de ficar magoado.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Se você foi demitido, encare o fato da seguinte forma: Já passou. Sua demissão já está consumada. Assim é a lei do mercado de trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>A questão agora passa a ser: Como “sacudir a poeira” desse tombo para recomeçar e retornar ao mercado de trabalho?</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Vamos lá!</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>1 – Não duvide de seu talento:</span></strong><span> Jamais duvide do seu profissionalismo e de sua capacidade de ser útil numa organização. Se nesta última empresa essas características positivas não foram reconhecidas e utilizadas, esteja certo de que em outra empresa (se você for criterioso na escolha da próxima) terá a oportunidade de mostrar suas competências.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span>2 – O que passou, passou e “bola pra frente”:</span></strong><span> Não há como mudar o passado. Ficar se questionando o porquê não agiu de outra forma ou ficar lamentando que as coisas não correram como você esperava é improdutivo e não mudará a realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span>3 - Não culpe o mundo corporativo pelo que lhe aconteceu:</span></strong><span> Isso seria uma lamentável generalização. Não se despreza a música porque um cantor desafinou. Não se deixa de admirar o cinema porque alguns filmes não agradaram. Há ótimas empresas e ótimos empregos. Além disso, convenhamos que não foi o trabalho que o prejudicou.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span>4 – Agilize o envio de seu currículo para toda sua rede de contatos:</span></strong><span> Porém não espere decisões rápidas, seja paciente. Procure participar de vários processos seletivos, essa é uma prática comum no mercado e não fique ansioso, pois a resposta pode demorar. Enquanto você aguarda resposta de um contato feito, continue incansavelmente com sua campanha de recolocação, fazendo aquilo que chamamos de network.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span>5 - Não abuse das “fugas”:</span></strong><span> Algumas pessoas têm uma tendência irresistível de compensarem suas preocupações com “fugas”, ou seja, atividades que lhes dão enorme prazer e que supostamente ajudam-nas a esquecer ou suportar melhor problemas reais, como por exemplo dormir o dia todo ou até mesmo abusar da bebida.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Como tudo na vida, a moderação e o bom senso devem nortear o seu contato com a realidade: às vezes, em certas circunstâncias, pode até ser divertido fugir. Outras vezes, o remédio é enfrentar mesmo a realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Recomendo que mesmo que permaneça em casa, seu dia deve ser encarado como um dia normal de expediente profissional. Você deve agir, portanto, como se estivesse trabalhando. Além disso, a qualquer momento, você precisará falar com alguém interessado na sua contratação, seja por telefone, seja pessoalmente. Nesses momentos, sua prontidão será decisiva.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span>6 - Nem tudo está bem, mas também não é o fim do mundo:</span></strong><span> As situações devem ser tratadas conforme sua natureza e vivenciadas com a intensidade que lhes for adequada. Nem mais, nem menos. Não estou dizendo para simplificar o que é sério, muito menos dramatizar o que é simples. Encare a realidade com a devida responsabilidade e seja espontâneo com seus sentimentos.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Quando estiver num processo seletivo, de nada vai adiantar tentar artificializar suas atitudes para mostrar ao entrevistador que está tudo bem e que não está preocupado com sua situação, pode passar a imagem de um irresponsável, bem como demonstrar um ar dramático de vítima despertará compaixão e venderá a imagem de “um pobre coitado”.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Mostre-se você mesmo, adequando seu comportamento ao momento. Se for a uma festa, divirta-se. Se for a uma entrevista, encare-a com seriedade e profissionalismo.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span>Tenho certeza de que você conseguirá dar a volta por cima num curto espaço de tempo. Desejo sucesso em sua transição de vida e de carreira.</span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=148</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela as preferências profissionais da geração Y</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=147</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=147#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=147</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: UOL Empregos
Levantamento realizado pela consultoria MPCO, em parceria com a Projeto RH, revela que as empresas preferidas pelos profissionais da geração Y são a Nestlé, Vale, Petrobras, Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson &#38; Johnson. Se puderem escolher uma empresa para trabalhar por segmento de atuação, os jovens irão optar por uma instituição bancária ou financeira; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: UOL Empregos</p>
<p><span>Levantamento realizado pela consultoria MPCO, em parceria com a Projeto RH, revela que as empresas preferidas pelos profissionais da <a href="http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/03/19/relacionamento-entre-geracoes-e-grande-desafio-das-empresas-veja-as-caracteristicas-de-cada-uma-delas.jhtm">geração Y</a> são a Nestlé, Vale, Petrobras, Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson &amp; Johnson. Se puderem escolher uma empresa para trabalhar por segmento de atuação, os jovens irão optar por uma instituição bancária ou financeira; por departamento, a preferência fica com marketing e finanças.</span></p>
<h4><span><span><span>Os dados fazem parte da pesquisa “Millennials 2010? realizada com 1.412 jovens de 21 a 29 anos (universitários e estudantes de pós-graduação) de universidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e Curitiba (PR). Entre os participantes, 29% eram alunos de cursos de administração, 27% de engenharia, 13% de marketing, 7% de direito e 6% de economia.</span></p>
<p>A pesquisa foi dividida em quarto partes: expectativas e motivações em relação ao trabalho; o que os jovens valorizam nos modelos de gestão das organizações e em seus líderes; o que planejam fazer profissionalmente e pessoalmente nos próximos anos; e quais as organizações que mais os atraem.</p>
<p>Já com relação à empresa empregadora, a nova geração busca, em primeiro lugar, oportunidades de desenvolvimento de carreira. A harmonia entre vida pessoal e profissional é a segunda característica mais buscada por esses profissionais, seguida pela oportunidade de realizar projetos e atividades desafiadoras.</p>
<p>A pesquisa ainda avaliou o que a nova geração espera com relação ao comportamento de seu supervisor direto. A grande maioria quer um gestor que se preocupe com o crescimento profissional da equipe. Outras características importantes, na visão dos jovens, são o respeito e a valorização aos funcionários e o “saber ouvir”.</p>
<p>Com relação às preocupações imediatas dos entrevistados, a grande maioria revelou ter interesse em investir em educação, seguido por poupar e economizar dinheiro e sustentar-se financeiramente.</p>
<p><span>Perfil dos jovens</span></p>
<div class="modtabela center modulos grande">
<div class="conteudo">
<table class="modTabelaData" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr class="linha0">
<td class="negrito coluna1">Experiência profissional média</td>
<td class="coluna2">5 anos e 4 meses</td>
</tr>
<tr class="linha1">
<td class="negrito coluna1">Período médio de permanência nas empresas</td>
<td class="coluna2">2 anos e 2 meses</td>
</tr>
<tr class="linha2">
<td class="negrito coluna1">Quantidade de empresas pelas quais os jovens já passaram</td>
<td class="coluna2">3,6 empregos</td>
</tr>
<tr class="linha3">
<td class="negrito coluna1">Tempo de trabalho semanal (com exceção dos estagiários)</td>
<td class="coluna2">44 horas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p></span></span></h4>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=147</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Aceitação de curso a distância tem aumentado entre empregadores</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=146</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=146#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=146</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: UOL Empregos
A oferta de cursos a distância cresceu 30,4% em 2009 em relação a 2008, segundo o Censo de Educação Superior divulgado pelo MEC (Ministério da Educação). Apesar do aumento, ainda há empresas que veem com alguma estranheza essa modalidade de ensino.  “Da mesma forma que os cursos para formação de tecnólogos rendiam muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: UOL Empregos</p>
<p><span>A oferta de cursos a distância cresceu 30,4% em 2009 em relação a 2008, segundo o Censo de Educação Superior divulgado pelo MEC (Ministério da Educação). Apesar do aumento, ainda há empresas que veem com alguma estranheza essa modalidade de ensino.  “Da mesma forma que os cursos para formação de tecnólogos rendiam muitos questionamentos há alguns anos, a educação a distância também gera dúvidas, mas nada que exclua o candidato de um processo de seleção”, afirma Bruna Tokunaga Dias, gerente de carreiras da Cia de Talentos.</span></p>
<p>Para Irene Azevedo, consultora da DBM, as organizações estão mudando sua visão sobre o assunto. “A instituição escolhida para fazer o curso vai diferenciar o olhar diante do profissional”, garante. Segundo ela, o que conta é “a reputação que a instituição de ensino tem no mercado”.</p>
<p>As especialistas afirmam que é frequente perceber preconceito do próprio estudante de EAD, sigla para educação a distância. “Muitas vezes nós perguntamos por que escolheu fazer um curso a distância e o profissional apresenta justificativas, demonstrando insegurança com relação ao assunto. A postura deve ser contrária a essa – explicar a escolha, não justificá-la como se fosse algo errado”, diz Bruna. “Ao pensar se coloca ou não no currículo que o curso foi feito a distância, o profissional já demonstra preconceito com relação à própria formação, o que não deve acontecer”, afirma Irene.</p>
<p><strong>Boas qualidades</strong></p>
<p>Segundo Irene, quem faz um curso a distância demonstra que tem habilidades “interessantes” para o mercado. “Disciplina, responsabilidade, atração por novidades são características muito requeridas pelas empresas [e necessárias para fazer um curso a distância]”, explica.</p>
<p>O especialista em EAD, Celso Roberti, complementa: um profissional que consegue levar a sério e ter bons resultados com um curso desse tipo chega ainda mais preparado para o mercado de trabalho. “Durante o período de estudo o aluno tem diversas competências treinadas – disciplina, planejamento, proatividade, pesquisa”, afirma. “Se esse profissional precisar interagir com um par que trabalha na sede da organização em outro país, ele o fará com a maior facilidade e desenvoltura”, exemplifica.</p>
<p><strong>Será que é pra mim?</strong></p>
<p>Para Roberti, nada melhor que a percepção prática para descobrir se você tem “perfil” para estudar a distância. Ele indica a escolha de um curso livre, algo menos denso. “Sempre vale a pena tentar um curso de curta duração. Grandes universidades têm cursos de duas a três semanas, que são ótimos para entender a metodologia”, afirma.</p>
<p>Mesmo num curso curto, é bom ficar atento à escolha da instituição. Veja algumas dicas de Roberti para não cair em armadilhas:</p>
<div class="modtabela center modulos grande">
<h4><span style="font-weight: normal;">1 – Entre no site do <a href="http://emec.mec.gov.br/" target="_blank">MEC</a>, pesquise se a instituição é credenciada e qual é a sua avaliação.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">2 – Interaja com a escola de forma virtual (por email, chat online) – nada melhor que isso para saber se um serviço a distância funciona bem.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">3 – Entenda a estrutura. Quantos alunos por professor? Qual a forma de atendimento e centro de dúvidas? Enfim, <a href="http://educacao.uol.com.br/colunas/distancia_zero/2010/08/30/ops-como-sei-que-este-e-um-bom-curso-a-distancia.jhtm" target="_blank">questione tudo</a>.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">4 – Verifique se a instituição oferece opções compatíveis com seu tempo.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">5 – Saiba se há polos presenciais da instituição na sua cidade.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: normal;">6 – Cuidado com o preço. Curso muito barato pode sair caro. Não utilize exclusivamente este parâmetro para escolher.</span></h4>
</div>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=146</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalhar faz bem, mas o excesso vicia e não é bom</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=145</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=145#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=145</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Profissional em Foco
O filósofo Sêneca, no seu trabalho “Ad Paulinum de Brevitate Vitae”, narra a história de um cidadão conhecido por S. Turanio, de comprovada dedicação ao trabalho. Afastado do seu cargo de “praefectus anyonae” por César, após completar 90 anos de idade, ordenou à sua família que o colocasse na cama e o pranteasse, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Fonte: Profissional em Foco</p>
<p><span>O filósofo Sêneca, no seu trabalho <em>“Ad Paulinum de Brevitate Vitae”</em>, narra a história de um cidadão conhecido por S. Turanio, de comprovada dedicação ao trabalho. Afastado do seu cargo de <em>“praefectus anyonae”</em> por César, após completar 90 anos de idade, ordenou à sua família que o colocasse na cama e o pranteasse, como se já tivesse morrido. O lamento e a tristeza pelo seu ócio não terminou até que foi reconduzido ao cargo.</span></p>
<p>A história de S. Turanio ilustra o comportamento de milhares de profissionais que fazem do trabalho a sua única razão de ser e de viver. São eles conhecidos como os <em>workaholics.</em></p>
<p>O <em>workaholic</em> não deve ser confundido com aquele profissional que trabalha duro e, às vezes, longas horas para realizar o que se propôs a fazer com excelência. Mas representa aquele profissional que, gradualmente, se torna mutilado psicologicamente, obcecado pelo poder e que persegue a aprovação dos que o cercam na forma de sucesso a qualquer custo.</p>
<p>O <em>workaholismo</em> é uma realidade em nossas empresas. A sua prática é tão perversa quanto o alcoolismo ou qualquer outra forma de dependência ou vício alimentado social ou profissionalmente. Ele coloca em risco a saúde dos indivíduos, destrói casamento, desestabiliza o ambiente familiar, afeta e compromete a educação de filhos, provoca desconforto generalizado em organizações e, na maioria das vezes, não produz nenhuma satisfação. São homens que correm com medo de si próprios e de seus problemas, quase sempre em nome de eficácia, da urgência das coisas, do poder e do sucesso. O preço que pagam é altíssimo.</p>
<p>Mas, o <em>workaholismo</em> tem cura. O melhor caminho é o da renovação pessoal e da mudança de direção.</p>
<ul>
<li>Liberte-se de seu trabalho. O colaborador indispensável numa organização é aquele que tem consciência de que a empresa precisa dele, mas ele não depende dela.</li>
</ul>
<ul>
<li>Priorize suas atividades. Muitas das coisas que fazemos em nossa carreira não têm importância alguma. Elas são atos repetitivos e que não exigem nenhuma reflexão mais profunda ou elaborada. Agimos por impulsos e hábitos. Em outras palavras, passamos o dia matando baratas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não seja escravo do relógio. O tempo, apesar de sua importância, jamais deveria nos escravizar. Perseguimos as horas porque não sabemos usá-las bem. Quando o homem administra competentemente o seu tempo, ele sempre encontra espaço para executar outras coisas tão importantes quanto o trabalho. Como escreveu o estadista, inventor e empresário norte-americano bem-sucedido, Benjamin Franklin (1706-1790) ninguém deveria perder uma fração de segundo sequer, pois é do tempo que a vida é feita.</li>
</ul>
<ul>
<li>Aprenda a dizer não. Quando um profissional coloca em suas mãos mais do que elas são capazes de suportar, o caos se instala. Ninguém é capaz de viver por muito tempo sem um momento para renovação física, intelectual, social e espiritual. Aqui vale lembrar as sábias palavras de André Comte-Sponville, filósofo materialista, racionalista e humanista: “Desconfio dessa ideologia na moda, que só quer consenso e acordo em toda parte. No mais das vezes, isso não passa tapa-sexo para um poder que não ousa se mostrar ou assumir.”</li>
</ul>
<ul>
<li>Busque a espiritualidade, na forma pela qual consegue entendê-la. O homem que não cultiva a força do espírito é geralmente um indivíduo de caráter frágil, de sensibilidade duvidosa, de raízes sem profundidade e também sujeito as crises constantes de identidade. É alguém que vive mais para o mundo exterior e suas aparências do que para satisfazer a si próprio. É, em geral, um profissional com fachada de catedral e interior de choupana.</li>
</ul>
<ul>
<li>Procure ajuda externa. O <em>workaholic</em> é um homem doente, apesar de não admitir. Sabe-se que o melhor caminho para a cura provém do cuidado de si mesmo; nenhum remédio pode substituir a decisão pessoal de pedir e aceitar ajuda. No início, especialmente, a direção e o aconselhamento de um profissional neutro e que inspire confiança têm importância decisiva.</li>
</ul>
<p>O trabalho é uma virtude. O ócio é um vício. Não obstante, quando os homens perdem a dimensão e a noção de seus limites, eles acabam por se destruirem. Viva a vida saudável e o trabalho construtivo!</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=145</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Relação profissional: infinita enquanto dure</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=144</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=144#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 18:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=144</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Profissional em Foco
Não há dúvida de que o contrato de trabalho entre empregador e empregado, especialmente quando em um dos lados está uma grande corporação empresarial, não é exatamente uma relação entre iguais. É verdade que as leis trabalhistas e a imposição crescente de condutas politicamente corretas e sustentáveis oferecem considerável proteção à parte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Profissional em Foco</p>
<p>Não há dúvida de que o contrato de trabalho entre empregador e empregado, especialmente quando em um dos lados está uma grande corporação empresarial, não é exatamente uma relação entre iguais. É verdade que as leis trabalhistas e a imposição crescente de condutas politicamente corretas e sustentáveis oferecem considerável proteção à parte, em tese, mais fraca. Também é verdade que muitos profissionais conseguem - a partir da combinação de talento, empenho e sorte - traçar trajetórias individuais em que podem escolher onde querem trabalhar, decidindo por trocar de patrão quando bem entendem. No entanto, no time de trabalho de uma organização, no limite, ninguém é insubstituível, enquanto, em geral, há muitos candidatos a cada vaga desta empresa. Em consequência, há inevitavelmente contingentes de desempregados em quase todas as sociedades, mesmo em fases em que a economia vai bem.</p>
<p>O emprego é, sim, uma fria relação contratual, mas o papel profissional é também um dos mais importantes que o indivíduo desempenha durante a vida. Envolve, portanto, desejos, ambições e emoções. Nem por isso a atitude (de ambos os lados da relação) precisa ser a que resulta em certas posturas trágicas.</p>
<p>Às vezes ouvimos discursos amargurados quando uma companhia decide terminar uma relação profissional, especialmente se esta tiver sido longa: “Depois de tantos anos de dedicação à empresa, de eu ter me sacrificado tanto…”. Também há as situações em que, por ter obtido proposta mais vantajosa ou simplesmente por falência da relação profissional em curso, o empregado decide alçar outros voos - e a contrapartida é uma reação passional do chefe, que enxerga na mudança uma manifestação de ingratidão do discípulo.</p>
<p>Não é fácil, mas sem dúvida é bem mais saudável, procurar ter conta corrente equilibrada nas relações profissionais. Vale o planejamento pessoal no sentido de conquistar uma postura que permita concluir como saldo de um relacionamento profissional: ofereci o melhor que pude à empresa e ela pagou-me o valor justo por este esforço. Idealmente, ninguém deveria se sentir devedor ou credor no decorrer de um contrato profissional, de forma que, num rompimento, nem a empresa se sinta traída - caso seja do empregado a iniciativa, nem o empregado se sinta vítima - caso o desligamento seja decisão do empregador. Nada similar a um passional divórcio não amigável, no qual ambas as partes sentem-se lesadas, achando que a “culpa” pelo fim da relação é sempre do outro.</p>
<p>Do ponto de vista individual, exceto em situações de escravidão, em tese ninguém é obrigado a tolerar aquilo que não quer, como situações extremadas de desequilíbrio, nas quais o empregado desempenha o papel de vítima. Mas trata-se, sem dúvida, de avaliação para a qual é possível contar com poucos elementos objetivos e muitos de caráter subjetivo. Por mais que existam explicações racionais, é difícil entender o porquê o colega de trabalho foi promovido e eu não.</p>
<p>Todos estamos sujeitos a momentos de questionamento íntimo, em que nos perguntamos se a conta está certa, de um lado ou de outro. Ou seja, se há <em>break-even</em>. Se a conclusão é de que há algo errado – e esse é sempre um resultado não-científico e cheio de motivações emocionais – o ideal é reequilibrar a relação ou mudar de rumo. Falando assim, parece fácil e racional, mas o fato é que tais momentos internos são turbulentos, porque os apegos profissionais podem ser densos e intensos. Afinal, o trabalho é parte importante da nossa vida, identidade e absorve muito do nosso tempo.</p>
<p>É difícil fazer rompimentos sem sofrer ou sem se sentir um monstro. Mas o ideal seria enxergar a relação rompida como o fim de um contrato, com quitação integral entre as partes, tendo ambas se beneficiado do tempo de convivência. Valem para a relação profissional os versos de Vinicius de Moraes sobre a relação amorosa: “Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=144</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Será que escolhi a empresa certa para trabalhar?</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=143</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=143#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 18:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Profissional em Foco
É cada vez mais comum ouvirmos profissionais se questionando se fizeram a opção correta aceitando seus trabalhos atuais, se estão atuando na área certa ou na função que realmente gostam.
Escolhas erradas podem ser responsáveis por profissionais frustrados e infelizes. Casos de profissionais que abdicaram de sua real vocação por pressão familiar, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Profissional em Foco</p>
<p>É cada vez mais comum ouvirmos profissionais se questionando se fizeram a opção correta aceitando seus trabalhos atuais, se estão atuando na área certa ou na função que realmente gostam.</p>
<p>Escolhas erradas podem ser responsáveis por profissionais frustrados e infelizes. Casos de profissionais que abdicaram de sua real vocação por pressão familiar, por imaturidade ou necessidade financeira são, ainda, frequentes no mercado profissional.</p>
<p>Por que as pessoas fazem escolhas profissionais erradas?</p>
<p>Não existe uma resposta padrão, talvez muitos profissionais estivessem desempregados e acabaram aceitando a primeira oportunidade que lhes foi dada, pois precisavam pagar suas contas.</p>
<p>Ou talvez quando você assumiu a responsabilidade e aceitou seu trabalho atual, não sabia como seria essa trajetória e muito menos o seu fim. Tudo o que pensava era que ingressar em um desses cargos logo no início da carreira, em uma empresa conceituada, podia ser uma grande oportunidade profissional.</p>
<p>Agora, será que realmente você fez a escolha certa?</p>
<p>Sabemos que trabalhar em uma empresa conceituada faz sim diferença no currículo e até nas oportunidades que você terá ao longo da carreira. Mas, isso está bem longe de ser tudo. O fato da empresa ser conhecida e oferecer uma aparente estabilidade, não quer dizer que ela seja boa para você.</p>
<p>Também sabemos que a remuneração é importante, afinal quem não quer ganhar um bom salário e diversos benefícios? O fato é que se escolheu sua empresa atual porque ela te oferece um mega salário, fique atento, pois se o negócio não combina com você, com certeza logo estará insatisfeito.</p>
<p>Vamos a algumas dicas para você refletir se fez a escolha certa e ficar atento a estas perguntas antes de ingressar na próxima empresa:</p>
<p>1 – A empresa atual possui os mesmos valores que o seu? Pesquise sobre os valores que sua a empresa tem, bem como seu significado e verifique se estão congruentes com os seus, caso não esteja, essa pode ser a razão de sua insatisfação com a realidade atual;</p>
<p>2 – O tipo de negócio, produto ou serviço que sua empresa produz, comercializa ou representa te traz orgulho e admiração? Um erro comum é perder o gosto pelo trabalho devido a falta de identificação com o tipo de negócio que sua empresa oferece. Geralmente, quando não há essa admiração, a desmotivação aparece.</p>
<p>Pois bem, se respondeu negativamente as perguntas acima, não entre em “crise profissional”, afinal você não está sozinho. O que recomendo é que primeiro não se desespere, isso pode acontecer, mas é preciso achar a causa e entender os motivos.</p>
<p>Importante também não confundir a falta de gosto pelo seu atual trabalho ou pela empresa com uma possível escolha errada da sua profissão.</p>
<p>Recorrer a um coach, conversar com profissionais qualificados e que te ajudem a encontrar o real problema também é uma dica valiosa e fácil de colocar em prática.</p>
<p>Escolher a empresa certa para trabalhar é como escolher uma pessoa para casar. Funciona exatamente como um casamento. Antes de se casar com uma pessoa, primeiro existe um interesse, depois o namoro e na sequência o casamento. Para escolher a empresa funciona da mesma forma: primeiro existe um interesse pelo tipo de negócio que a empresa oferece, depois a fase do “namoro” é o período de experiência, em que você passa a conhecer melhor o dia a dia da empresa. Passado este período de namoro com sucesso, você será contratado para trabalhar na empresa, assinando assim um contrato de compromisso. Exatamente como funciona um casamento. Se pensarmos bem, no casamento os dois lados interessados têm que dar e receber, existe compromisso mútuo, momentos de pedir o que deseja e outros em que tem que ceder. Quando há insatisfação por qualquer uma das partes, haverá o rompimento, a separação, no caso da empresa, a demissão.</p>
<p>Assim como você não escolhe qualquer pessoa para se casar, por que vai escolher qualquer empresa para trabalhar?</p>
<p>Pense nisso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=143</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Dica do dia: Seja o responsável pela sua carreira</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=142</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=142#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 18:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=142</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Profissional em Foco
O principal responsável pela carreira é o próprio profissional. Porém, muitas vezes vemos uma postura de achar que o outro, seja a empresa ou o líder, tem a responsabilidade pela sua carreira. O líder e a empresa devem sim ser facilitadores, oferecendo um ambiente fértil para o crescimento, mas ninguém pode se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Profissional em Foco</p>
<p>O principal responsável pela carreira é o próprio profissional. Porém, muitas vezes vemos uma postura de achar que o outro, seja a empresa ou o líder, tem a responsabilidade pela sua carreira. O líder e a empresa devem sim ser facilitadores, oferecendo um ambiente fértil para o crescimento, mas ninguém pode se responsabilizar pela carreira do outro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=142</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Competência social: imprescindível no mundo dos negócios</title>
		<link>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=141</link>
		<comments>http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=141#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 18:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>uniaoadmin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://uniaorhmg.com.br/blog/?p=141</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Profissional em Foco
Falamos sempre sobre habilidades, competências técnicas, mas, por vezes, esquecemos de algo extremamente importante para o sucesso no mundo dos negócios: a competência social. Saber lidar com diferentes e inusitadas situações, em contextos inesperados, é imprescindível para um profissional que busca sucesso na carreira.
Na 2ª edição do livro “Competência Social: mais que etiqueta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Profissional em Foco</p>
<p>Falamos sempre sobre habilidades, competências técnicas, mas, por vezes, esquecemos de algo extremamente importante para o sucesso no mundo dos negócios: a competência social. Saber lidar com diferentes e inusitadas situações, em contextos inesperados, é imprescindível para um profissional que busca sucesso na carreira.</p>
<p>Na 2ª edição do livro <strong>“Competência Social: mais que etiqueta, uma questão de atitude”</strong>, da editora Cengage Learning, <strong>Licia Egger-Moellwald </strong>e<strong> Hugo Egger-Moellwald</strong> ilustram casos que ocorrem com frequência no dia a dia, profissional e pessoal, e dão alternativas válidas para lidar com essas situações e, o melhor, sair-se bem delas.</p>
<p>Em entrevista ao <strong>PROFISSIONAL EM FOCO</strong>, Licia conta o que é a competência social na prática, como aprendê-la e lista alguns aspectos importantes que precisam ser trabalhados o quanto antes por profissionais no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL EM FOCO: O que é competência social?</strong></p>
<p><strong>LICIA EGGER-MOELLWALD:</strong> Falando resumidamente, competência social é a reunião de todos os conhecimentos que uma pessoa adquire ao longo da vida e que, de alguma forma, usa para gerir os acontecimentos que possam vir acontecer com ela.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL EM FOCO:  Como desenvolver essa competência comportamental?</strong></p>
<p><strong>LICIA: </strong>Lendo e observando muito. As pessoas costumam sempre se inspirar nas situações de sucesso, mas é preciso fazer o contrário também — observar situações embaraçosas, de constrangimento. Em situações comuns é fácil se sair bem, ter boas respostas, o difícil é ter o mesmo desempenho em situações de saia justa. O exemplo a tomar nem sempre é o de sucesso, o melhor é pegar o contratempo do outro e se imaginar na mesma situação, para ir criando repertório. Imaginar que o mesmo pode acontecer com você ajuda a pensar em como se portar nas situações.</p>
<p><img class="right" src="http://n.i.uol.com.br/empregos/empregocerto/competencia-social.jpg" border="0" alt="Competência Social " hspace="3" align="right" /><strong>PROFISSIONAL EM FOCO: O livro tenta apresentar situações, mas é o dia a dia é que vai dar a vivência. Nesse segundo caso, o tempo e a experiência são os grandes aliados para ganhar o tão falado jogo de cintura no convívio social?</strong></p>
<p><strong>LICIA:</strong> Com certeza, mas, nem sempre, um profissional tem esse tempo. Há alguns anos, uma carreira executiva demandava muito tempo e quando um profissional começava a se relacionar com todos os níveis hierárquicos da empresa, já tinha uma maturidade que vinha de anos de trabalho e aprendizado. Hoje, as carreiras executivas são muito rápidas e não necessariamente um jovem executivo teve tempo de aprender com as experiências vividas. Dessa forma, o tempo, que antes era um aliado, hoje falta para alguns profissionais - super preparados tecnicamente, mas ainda “crus” no aspecto comportamental.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL EM FOCO: Temos responsabilidade sobre a visão que as pessoas têm de nós?</strong></p>
<p><strong>LICIA:</strong> Com certeza, porque a percepção que as pessoas têm a nosso respeito está baseada em três pilares – visão, modo de falar e comportamento. A preocupação que temos de ter é com relação ao que o outro vê a nosso respeito e não ao que achamos que transmitimos. A gente tem mania de pensar que o outro nos vê como nós nos vemos e isso não é verdade. Então tudo que eu mostro para as pessoas precisa ser bom. Como fazer isso? Apresentando-me visualmente bem, falando bem e me comportando de maneira adequada ao ambiente, seja ele qual for.</p>
<p><strong>PROFISSIONAL EM FOCO:</strong> <strong>A partir do  trabalho que você desenvolve nas empresas e o que conhece dos funcionários, quais seriam os principais pontos comportamentais a serem trabalhados com prioridade pelos profissionais?</strong></p>
<p><strong>LICIA: </strong><strong>1 -</strong> Procurar se relacionar bem com as pessoas. Isso significa tratar bem e mostrar que é uma boa pessoa, que vale a pena interagir com você.</p>
<p><strong>2 - </strong>Minimizar todas as probabilidades de ruídos na comunicação. Se vestir faz parte disso e é fundamental.</p>
<p><strong>3 - </strong>Sorrir! Pessoas de sucesso estão sempre sorrindo. Transmitir isso é importante.</p>
<p><strong>4 - </strong>Reconhecer que ninguém é bem-sucedido sozinho. Então, é importante saber que você depende de todas as pessoas com quem interage no dia a dia, sejam elas de cargos hierárquicos mais altos ou mais baixos que o seu. Porque do futuro ninguém sabe e nem onde estaremos amanhã.</p>
<p><strong>5 - </strong>Não acreditar que pode burlar todas as regras do convívio social e profissional. Ética e valores morais precisam e devem ser preservados e mantidos a todo custo, porque hoje talvez a relação sem ética propicie uma vantagem, mas seguramente isso custa caro depois.</p>
<p><strong>6 - </strong>Informar-se sempre. É preciso ter competência cultural, sem a qual também não se vai muito longe. Hoje não tem desculpa para ser uma pessoa desatualizada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://uniaorhmg.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=141</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

